Um pouco do que sei sobre Alumínio

Minha bisavó, a vó Nita (era Anita, mas duvido que alguém falasse o a) no casamento dos meus pais. Ao fundo, minha mãe linda!

Sim, Alumínio. É, vou casar lá. É uma cidade! Sim, fica perto. Nunca? Mas Alumínio já até passou no Jornal Nacional, por um desfalque político e outra vez quando o moço do BBB morreu. Ele morava lá… É, quem nasce em Alumínio é de carne e osso.

Pois bem, vejam os transtornos pós e pré-traumáticos que Alumínio tem causado ao casório. Confesso que acho divertido o que a cidade faz com as pessoas, mas para que todos os convidados se ambientem ao local onde vivi boas fases da vida, conheçam um pouco do que lembro.

A cidade de Alumínio tem um cheiro “especial” por causa da CBA. Lá, todo mundo conhece e respeita o Antonio Ermírio de Moraes (veja a história da cidade aqui: http://www.aluminio.sp.gov.br/a_cidade.htm). Da parte que eu sei, lembro que as pessoas ficaram felizes quando Alumínio foi emancipada, apesar de não entender o que isso significava. Lembro perfeitamente do cheiro das seringueiras lá da Associação Atlética de Alumínio e de como me sentia quando ia pra lá. Foi o lugar onde aprendi a nadar, mergulhar, na verdade! E foi na piscina grande, afinal, para que ter um avô que cuidava do lugar se eu não fosse ter privilégios.

Meus pais chegando pra festa e esse senhor é meu bisavô, o vô Rui.

Meus pais moravam em Alumínio quando se conheceram, isso antes de irmos para Vitória. Um avô trabalhava na CBA e morava na parte das casas dos engenheiros (a cidade era dividida por poder aquisitivo) e o outro trabalhava na Associação enquanto minha vó cuidava do cabelo da mulherada. Outra lembrança que tenho muito forte é do cheiro que tinha quando ela estava trabalhando e do cheiro da casa dela. Até hoje quando vou ao salão tenho uma sensação boa. Sim, minhas maiores lembranças são cheiros.

Lembro ainda da pizza com chocomilk na padaria, das noites de Natal com a árvore na praça enfeitada e um tanto de outras coisas que se misturam e confundem tal qual deve ser a memória de uma criança. Ah, lembro ainda de que fui uma vez assistir à missa de antes da meia-noite no Natal. Morri de medo de ficar lá até depois do horário e perder o presente. ahahah nunca mais fui :!

Casar em Alumínio, para mim, é muito mais significativo do  em qualquer outro lugar do mundo, tá certo que seria muito feliz se pudesse ser em Vitória, na praia de Carapebus, na frente da casa do vô Walter…. Enfim, já que casar é algo tradicional, porque não aproveitar e resgatar raízes e valores para esta nova família que vem por aí. Afinal, em uns 5 anos seremos eu, o Fe e os nossos 15 filhos e queremos que eles saibam a importância de criar raízes emocionais.

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